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Turibio Santos
Cadeira 38 |
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Turibio Santos já dividiu o palco com grandes celebridades musicais, como Yehudi Menuhin, M. Rostropovitch, Victoria de Los Angeles, J.P. Rampal, e foi acompanhado por orquestras como a Royal Philharmonic Orchestra, English Chamber Orchestra, Orchestre National de France, Orchestre J F Paillard, Orchestre National de L'Opéra de Monte-Carlo, Concerts Pasdeloup, Concerts Colonne, Orquestra Sinfônica Brasileira, e outras. Tem intensa atividade junto aos músicos brasileiros, tendo redescoberto e regravado os compositores João Pemambuco, Garoto e Dilermando Reis. Em 1983 criou a Orquestra de Violões do Rio de Janeiro, com 25 de seus alunos da UNI-RIO e Universidade Federal do Rio de Janeiro. Recentemente criou a Orquestra Brasileira de Violões.Seus discos 12 Estudos para Violão de Heitor Villa-Lobos e Choros do Brasil marcaram época no lançamento da música brasileira no mercado europeu. Turibio Santos é membro-fundador do Conseil D'Entraide Musicale, da UNESCO. Em 1985 foi nomeado Diretor do Museu Villa-Lobos e Chevalier de La Legion D'Honneur e em 1989 Oficial da Ordem do Cruzeiro do Sul. É sucessor de João de Sousa Lima na Cadeira nº 38 da Academia Brasileira de Música. |
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João de Souza Lima João de Souza Lima (pianista, compositor, regente e professor) nasceu em São Paulo em 21 de março de 1898. Seu irmão, o pianista José Augusto de Souza Lima, foi quem o iniciou, aos quatro anos de idade, nos estudos musicais. Fez estudos com Luigi Chiaffarelli, Agostino Cantú (harmonia e composição) e Saverio Simoncelli (violoncelo). Com dezesseis anos de idade, já havia feito recitais no Rio de Janeiro e São Paulo, e obtido prêmios de composição para piano e para orquestra. Em 1919, foi o primeiro colocado em concurso para bolsa de estudo no Conservatório de Paris, onde permaneceu entre 1919 e 1930. Estudou piano com Isidor Philipp, Marguerite Long, Egon Petri e Alexander Brailowsky, música de câmara com Camille Chevillard e Paul Paray, história da música com Maurice Emmanuel, harmonia, órgão e composição com Eugène Cools e Eugène Gigout e regência com Camille Chevillar. Ganhou o Primeiro Prêmio de piano do Conservatório de Paris em 1922. Em 1926, veio a substituir Marguerite Long no Conservatório. Em 1923, conseguiu a vaga de solista, por concurso, dos Concertos Colonne, de Paris. Estudou a obra pianística de Claude Debussy com Madame Debussy e grande parte da obra pianística de Maurice Ravel, com o próprio compositor. Fez turnês pelo Brasil, França, Itália, Alemanha, Turquia, África, Argentina e Uruguai. Colaborou com o Quarteto de Cordas Léner. Ganhou o primeiro prêmio, em 1937, com seu poema sinfônico O Rei Mameluco, em concurso promovido pelo Departamento Municipal de Cultura de São Paulo. Recebeu menção honrosa com o Poema das Américas em concurso sinfônico organizado por Henry Reichold , nos EUA (em 1942), no qual participaram 400 compositores das Américas. Foi pianista por dez anos do Trio de São Paulo, do Departamento Municipal de Cultura. Fez conferências sobre música brasileira nos Estados Unidos da América, entre 1971 e 1972, a convite da Universidade de Michigan, e dirigiu a orquestra desse centro. Fundou e dirigiu a Orquestra de Câmara da Sociedade de Cultura Artística de São Paulo, regeu ainda a Orquestra Sinfônica Brasileira e a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi fundador e diretor artístico da Rádio Tupi de São Paulo e teve participações na Rádio Gazeta, de São Paulo, como solista de piano e regente. Foi diretor e fundador da Instrução Artística do Brasil . Dirigiu cursos de virtuosidade nos conservatórios Carlos Gomes , de São Paulo e Santa Cecília, Santos. Foi Professor catedrático da Academia Paulista de Música; Fiscal do Serviço de Fiscalização Artística da Secretaria de Educação, de São Paulo; Regente Titular da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e diretor artístico da editora musical Irmãos Vitale. Foi Fundador da Cadeira n. 38 da Academia Brasileira de Música. Obras principais |
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