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Manuel Veiga
Cadeira 31 |
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Em1956, realiza tournée de 23 concertos em 13 Estados brasileiros, do Amazonas ao Rio Grande do Sul, com o violinista belga Clemens Quatacker, patrocinado pela Juventude Musical Brasileira. Em 1957-1958, com Bolsa do Comitê de Líderes e Especialistas do American Council on Education, realiza extenso programa de visitas a universidades e centros musicais nos Estados Unidos. Em 1959-1961, com bolsa concedida pela Organização de Estados Americanos, estuda na Juilliard School of Music, classe de piano de Beveridge Webster. Em 1963-1964, estuda em Nova York com Guiomar Novaes e Wolfgang Rosé. Inicia carreira de pianista, tendo tocado em importantes salas dos Estados Unidos e do Brasil. Em 1966, inicia carreira de Professor da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, onde permanece até sua aposentadoria. Nesta instituição, desempenhou, por diversas vezes, atividades de coordenação de curso, chefia de departamento e de direção. Desde a década de 70, tem sido membro do Conselho de Cultura do Estado da Bahia. Doutorou-se em musicologia pela Universidade da Califórnia em Los Angeles, em 1981. É consultor da área de artes da CAPES e do CNPq, tendo sido representante da área de música nesta última agência de fomento. É Pesquisador 1 A do CNPq. Foi um dos fundadores da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música, tendo sido membro de sua primeira diretoria em duas ocasiões. É membro fundador da Associação Brasileira de Etnomusicologia (ABET) e seu presidente temporário. Na Academia Brasileira de Música, é sucessor de Ernst Widmer na Cadeira n. 31. |
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Rafael Baptista Rafael Baptista da Silva (regente, compositor, professor, pianista e musicólogo) nasceu em Petrópolis em 17 de novembro de 1909. Em 1932 mudou-se para o Rio de Janeiro, ingressando no Instituto Nacional de Música, onde estudou com Francisco Braga (composição e instrumentação) e Paulo Silva (contraponto e fuga), diplomando-se em 1937. Ao mesmo tempo, fez cursos de piano com Rossini Freitas e de regência com Francisco Mignone, Foi colaborador na organização da Orquestra Sinfônica Pró-Arte, da qual veio a ser regente. Em 1939, esteve em Buenos Aires, visitando organizações musicais. No ano seguinte, fez várias apresentações como regente e compositor junto à Orquestra Sinfônica Brasileira. Foi nomeado Professor Catedrático de prática de orquestra da Escola Nacional de Música da Universidade do Brasil, em 1945. Foi também membro do Conselho Técnico Administrativo da Fundação Rádio Mauá. Criou, no ano seguinte, a Orquestra Universitária da Casa do Estudante do Brasil. Em 1948, recebeu o título de Sócio Conselheiro da Sociedade Carlos Gomes e ingressou na Escola Cultural de Arte (Copacabana, Rio de Janeiro), na qual foi professor de regência e composição. Ocupou a regência da Orquestra Sinfônica Paraense, em 1952, com a qual excursionou no norte do país. Participou de estágio nos EUA e Europa, a convite da UNESCO, em 1954. Foi Regente Titular da Orquestra Sinfônica da Escola Nacional de Música. São de sua autoria as teses A educação auditiva do pianista e o piano nas suas várias finalidades (1940) e Prática de orquestra (1944), para concursos na escola onde fez carreira. Publicou Didática de conjuntos instrumentais (1968). Foi Fundador da Cadeira n. 31 da Academia Brasileira de Música. Obras principais
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Ernst Widmer O compositor e professor Ernst Widmer nasceu na Suíça. Fez sua formação musical no Conservatório de Zurique. Veio para o Brasil, a convite do H.-J. Koellreutter, em 1956. Na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, tornou-se líder de importante movimento musical, que deu origem ao Grupo de Compositores da Bahia. Seu estilo de composição é eclético, com matrizes regionais baianas, cujo exemplo é a sua obra orquestral Sertania (1983). E autor de produção bastante vasta, abrangendo quase todos os gêneros musicais e formações vocais/instrumentais. |
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