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Regis Duprat
Cadeira 10 |
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Natural do Rio de Janeiro, Regis Duprat estudou violino e viola com Joahanes Oesner, do Quarteto Fritsche de Dresden e depois do Quarteto Municipal de São Paulo, contraponto e composição com Olivier Toni e Claudio Santoro. De 1950 a 1966, foi violista de vários conjuntos de câmara e sinfônicos, diretor do Sindicato dos Músicos e da Associação dos Professores da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e co-fundador de diversas entidades musicais, como a Orquestra de Câmara de São Paulo, Orquestra Angelicum do Brasil e Ordem dos Músicos do Brasil. Formado em História pela USP, cursou o Instituto de Musicologia e o Conservatório de Paris. Foi professor de viola e História da Música da Universidade de Brasília, onde se doutorou em Musicologia. É um dos mais importantes musicólogos brasileiros, tendo se dedicado sobretudo ao estudo da música colonial de São Paulo, da Bahia e de Minas Gerais. Publicou grande quantidade de estudos musicológicos e de revisões críticas de obras musicais. E-mail: reduprat@usp.br |
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Octavio Maul Octavio Batista Maul, compositor, regente e flautista, nasceu em Petrópolis, Rio de Janeiro, em 22 de novembro de 1901. Junto com seu pai, fundou uma banda musical na cidade natal. Estudou piano com Jaime Figueiras e harmonia com Agnelo França, ocupando o lugar de flautista no sexteto formado com seus irmãos. Em 1919, prestou exames no Instituto Nacional de Música do Rio de Janeiro, onde passa a freqüentar a classe de contraponto e fuga de Francisco Braga, de quem foi aluno particular de composição, entre 1922 e 1926. Em 1929, fez estágios na Alemanha e Bélgica. Ao retornar ao Brasil, tornou-se aluno de Guilherme Fontainha. Em 1930, foi co-fundador do Instituto Musical de Petrópolis. Quatro anos mais tarde, reingressou no Instituto Nacional de Música. Em 1936, passou a integrar o corpo docente do Conservatório Brasileiro de Música. Três anos depois, dirigiu concertos da Orquestra Sinfônica da Sociedade Pró-Música. Em 1940, lecionou, interinamente, na Escola Nacional de Música, tornando-se livre-docente na mesma instituição em 1945. Quatro anos mais tarde, foi efetivado no cargo. Dirigiu a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal, apresentando obras suas, em 1951, e, no ano seguinte, realizou excursão artística ao Rio Grande do Sul. Organizou e preparou a orquestra do Conservatório Brasileiro de Música, do Rio de Janeiro, com estréia oficial em 9 de dezembro de 1960, no auditório da Associação Brasileira de Imprensa. No mesmo ano, realizou o Festival Octávio Maul, transmitido pela Rádio MEC. Obras principais Música sacra: Ave-Maria em fá maior (1930), Missa para duas vozes e órgão (1936), O Salutaris Hostia (1933) e Santa Cecília (1938). |
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Armando Albuquerque Armando Albuquerque foi compositor, pianista, professor e musicólogo. Nasceu em Porto Alegre em 29 de junho de 1901 e lá faleceu em 1986. Estudou no Conservatório de Música da cidade, tendo concluído o curso de violino em 1923. Foi aluno de Oscar Simm (violino) e J. Schwartz Filho (harmonia). Tocou piano em grupos de música popular, em São Paulo e Rio de Janeiro, tendo sido arranjador da Rádio Difusora de Porto Alegre. Foi orientador musical da Rádio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, entre 1959 e 1967. Por volta de 1946, começou a dedicar-se à composição. Foi membro fundador da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea e professor de composição no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Obras principais: Música orquestral: Suíte breve (1954) e Evocação de Augusto Meyer (1970). Música de câmara: Música para violoncelo e piano (1955) Música para piano: Choppe (1929), Motivação (1945), Pathé Baby (1926), Quasinocturno (1939), Toccata (1948), Sonho III (1974) e Suíte bárbara infantil (1965). |
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